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domingo, 7 de junho de 2015

O TERCEIRO PLANETA

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Quem vê a imagem do planeta terra, extraída de um módulo espacial, nota uma esfera com brilho de cor azulada e algumas manchas brancas lhe dando um aspecto de uma pequena ingênua bola de gude. A uma distância de mais de mil quilômetros no espaço sideral a terra no seu todo é de uma beleza incomparável.

Para qualquer extraterrestre não dá para imaginar que na sua superfície existem seres vivos. Segundo a ciência o ser humano apareceu no período quaternário entre um e quatro milhões de anos atrás. Comparado aos bilhões de anos de existência da terra, somos a mais recente criação da natureza em destaque.

A terra sempre sofreu transformações em seu espaço natural e continua, relativamente, mudando de forma; no período dela. Enquanto a Natureza levou bastante tempo, preparando o ambiente para acomodar todos os seres vivos; a espécie humana levou pouco menos de dez mil anos para interferir no ambiente e executar transformações com disposição mais rápida.

Construindo ou destruindo; as sequelas de sobrevivência do homo sapiens tem sido mais rápida do que a terra pôde suportar. Ela, já há algum tempo, tem dado seus primeiros sinais de desconforto com a intervenção desequilibrada de nossa espécie.

Aumentamos a população em mais de sete bilhões de pessoas que vivem, convivem e resistem neste sitio, apesar de tudo que improvisam de conveniente e inconveniente dentro dele. Observe os anseios das pessoas que a habitam, as ambições do poder com o predomínio de raças dentro da própria raça e origens de problemas comuns entre si, quase impossíveis de solução ao longo da história.

Mantemos diferenças religiosas com pouco ou nenhum espírito ecumênico. Há, também, distorções de convívio de nações até com raízes na mesma casta tribal, às vezes com o mesmo dialeto, que se dividem no mesmo espaço com estranhas pretensões políticas e fazem da geografia dessa bola de gude algo bizarro e incompreensível.

Estamos sempre em guerra contra nós mesmos.

Então, com tantos deslizes na nossa história, construímos sobre os escombros da nossa própria depredação e nos alimentamos, vorazmente, como predadores adequados, do nosso próprio ambiente. Por enquanto, ainda somos a supremacia animal dos seres vivos, em decorrência da destruição dos dinossauros, ocorrida há sessenta e cinco milhões de anos atrás.

Há quem diga que, em breve, tal como ocorreu com os outros seres vivos, também, chegará a nossa vez da extinção. Mas a terra-mãe, certamente, continuará e sempre encontrará um meio de sobrevivência, quem sabe, para abrigar o nascimento de novas espécies, sem a inclusão da nossa.

Este óbvio é um infortúnio, porque não estaremos vivos para conferir.

Ponta do CABO BRANCO

Ponta do CABO BRANCO
A ponta do Cabo Branco, onde se encontra o farol do Cabo Branco está localizado em João Pessoa, capital da Paraíba e fica a quatorze quilômetros do centro da cidade.

Muitas pessoas confundem a Ponta do Cabo Branco com a ponta do Seixas. São duas formações geográficas diferentes. A ponta do Seixas é que representa o ponto mais a leste das Américas e não a falésia do cabo Branco. A ponta do Seixas é um estreita faixa de terra mais ao sul da barreira que se prolonga para o leste.

Na imagem do satélite, acima, vê-se, no primeiro plano à direita, o complexo da Estação Ciência, obra do arquiteto Oscar Niemeyer.
© GeoNando

Ponta do SEIXAS

Ponta do SEIXAS
A Ponta do Seixas é o ponto mais oriental do Brasil e das Américas Continentais (não confundir com Américas Insulares), localizado em João Pessoa, capital da Paraíba. Fica bem na praia do Seixas, a quatorze quilômetros do centro da cidade.

Dos pontos extremos brasileiros, a Ponta do Seixas é o único que é ao mesmo tempo extremo do país e do continente. Os outros pontos extremos do Brasil são: ao norte, as nascentes do Rio Ailã (Roraima), ao sul, o Arroio Chuí (Rio Grande do Sul) e, a oeste, a nascente do Rio Moa (Acre).

Fonte texto Wikipédia